Farois
Ah! plangentes violões dormentes, mornos,
Soluços do luar, choros ao vento...
Tristes perfis, os mais vagos contornos,
Bocas murmurantes de lamento.
Noites de além, remotas, que eu recordo.
Noites de solidão, noites remotas
Que nos azuis da fantasia bordo,
vou constelando de visões ignotas.
Cruz e Sousa
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2008
Poesia
Postado por
Paulo Roberto
às
08:59
Marcadores: literatura, poema, poesia
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